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  • walter tierno

Minha vida no teatro 1

Acho… Não… tenho certeza de que nunca falei em redes sociais, ou mesmo na internet, sobre outra de minhas paixões adolescentes (junto com quadrinhos) e como a experiência com ela fez de mim o artista que sou hoje: TEATRO Foi um período, embora curto se medido em anos, muito intenso. Então, vou falar sobre em alguns posts. 1 – No Senai Eu já tinha interesse em teatro desde a oitava série (o ensino fundamental era diferente, então isso seria o equivalente ao último ano do fundamental II). No Senai de Artes Gráficas, que comecei a cursar em 1987, participei do grupo de teatro da escola. Não vou me prolongar nessa parte da história. O importante é que aprendi muito e essa experiência deu origem a um grupo que montamos, eu e o amigo Manoel Gonçalves. A gente se conheceu no Senai, trabalhamos juntos, fizemos faculdade na São Judas. Comunicação social. Eu fiz jornalismo, ele, publicidade. No primeiro ano, em 1991, montamos um grupo com colegas e amigos. Demos o nome nada criativo de Naunb (Não Achamos Um Nome Bom). Dê um desconto, afinal tínhamos entre 19 e 20 e poucos anos. Montamos uma adaptação de Faroeste Caboclo, música do Leijão Urbana (sobre direitos autorais, vou falar em outro post). Fizemos uma única apresentação. Quase lotou, pra falar a verdade. Foi no anfiteatro do Senai. Já éramos formados, mas voltei para falar com o diretor. A escola bancou cartaz e folhetos, como exercício para os alunos. Na verdade, foi um desperdício, já que só serviu para uma apresentação. Foi uma experiência, analisando com olhos de hoje, um tanto vergonhosa. Fosse hoje, jamais repetiria. Uma curiosidade: Lembro nitidamente que o revólver de brinquedo que levamos falhou na última e dramática cena e que um dos atores teve uma paralisia de cena. Apesar de tudo, acho que o cartaz até que ficou bacana, com perdão à falta de modéstia…

O cartaz. Esse é antigo. Feito com past up e nanquim.

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