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  • walter tierno

Reencontro

“Anjo na gaiola”.

Eu aprendi muito com o lançamento deste livro. Como escritor, como artista, como profissional, como pessoa, enfim. De longe, é meu trabalho mais sensível. Eu gostaria de dizer que também é o mais autoral, mas ele compete com Anardeus nisso. Mas é o mais livre. Nada neste livro recebeu influência comercial, de fórmulas, de gênero. Nada. Da capa até a última página, tudo nele é verdadeiro. Não que opiniões não foram ouvidas, mas elas foram todas sinceras, e também livres. Não havia aquela nuvem do “mercado” sobre nenhuma das decisões que tomei durante qualquer um dos passos da produção deste livro. E cuidei de cada detalhe. Só não fiz duas coisas: impressão, isso foi com a gráfica. E ele foi revisado por minha ex-esposa (que aliás, disse ter tido uma ressaca literária ao lê-lo, o que gostei muito de saber). Ele saiu como eu queria. Estou mudando. Não por causa deste livro. Mas ele é parte do processo. Talvez, consequência. Um caminho que tenho seguido de redescoberta. De limpeza de hábitos e formas de me enxergar que não me faziam bem. Rita tem muita “culpa” disso tudo. Dessa redescoberta de mim. E a Sisko é outra consequência. Ela foi criada para que outros/as artistas possam trabalhar com liberdade e confiança. Que possam se encontrar com sua arte e consigo.

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