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  • walter tierno

Sobre aplicativos de paquera

Desde que separei, não tive um relacionamento fixo. Sabe, esses com compromisso? Isso… Namoro. Pois é. Não que essa seja uma situação desconhecida. Antes de casar, eu tinha ficado uns anos na completa seca… Aliás, aí está um dos motivos (não o principal, claro) por que não queria separar. A dificuldade em achar outra pessoa, o jogo de paquera, essa merda toda para a qual, confesso, nunca tive muita paciência…

Mas, vida que segue, lá vou eu. Para a balada? Nunca foi meu forte. Bom… Não sei dizer se nesse lance todo de relacionamento, alguma vez, eu tive um ponto forte. Mas, entre as fraquezas, eis a maior…

Enfim…

Excluindo baladas (que não frequento), escola (faz tempo…) e trabalho (ainda estou buscando um trampo formal, fica a dica, meu currículo segue no final deste post), não sobra muitos lugares para conhecer mulheres que estejam disponíveis.

Sobrou a internet.

E é aí que entram os aplicativos de paquera, que é o assunto principal deste post. O quanto eles são irritantes. Na verdade, nem o aplicativo é irritante. Alguns são realmente bons. Senas pessoas usassem direitinho, seriam ótimos.

Pois é. Pessoas criam coisas incríveis. E também criam formas incríveis de estragar as coisas.

Algumas amigas já me mostraram e contaram sobre como a maioria dos homens se comportam nos aplicativos. É de chorar de riso nervoso. Mas deixo para elas contarem em seus perfis, blogs e prints. Meu resmungo aqui será de meu ponto de vista: homem cis, hétero, solteiro, acima dos 40 (cara de 50), que quer uma namorada.

(Lembrando que, apesar de muito baseada na verdade, este post tem intenção de divertir. Então, relaxe)

Vamos à lista das coisas que me irritam. Vou usar aqui o Tinder. Já houve quem me dissesse que a efetividade do aplicativo depende de seu objetivo. Eu digo que, pra começar, se o objetivo do aplicativo é ser um facilitador de encontros, a efetividade não depende exatamente dele. Depende de como as pessoas o utilizam. Então, o irritante não é o aplicativo… São as pessoas.

Vou partir do pressuposto que você conhece a funcionalidade do aplicativo. Se não conhece, vá explorar, se não este post não terá graça para você…

1- Estão lá os espaços para algumas fotos e alguns caracteres para você fazer uma breve apresentação de si. Tem até como linkar seu Spotify e algumas fotos do Instagram. Pois fico puto como tem gente que usa tão poucos desses recursos. Tem quem coloque só uma foto de paisagem. Uma 🗻. Ou uma frase motivacional. Ou uma foto de qualquer outra coisa que não seu simples rosto. Quem, no mundo físico, paquera com uma montanha no lugar da cabeça?! Ou com uma placa com meme na cara?

2- Fico intrigado com a descrição que não dá nenhuma informação. Poxa, é um recurso a mais, uma vantagem em relação ao mundo físico. Você já pode deixar clara sua intenção, algum limite é até preferências. Por que não aproveitar? Muito mais fácil para começar uma conversa. Mas tem algo mais irritante do que as mudas. São as que colocam só o desafio: “Seja criativo, não fique fazendo perguntas”. Não sei vocês, mas além de hackear, stalkear e revirar o lixo, a única forma que sei para conhecer alguém é perguntando!

3- Eu realmente queria saber se há um manual que diz que, se você vai escrever uma descrição no Tinder, tem que incluir “gosto de viajar e vinho”. Ô hábitos populares…

4- Não é necessariamente irritante, mas é engraçado como alguns caras não sabem configurar seus perfis e aparecem para quem está procurando mulheres. Vira e mexe aparece fulano…

Quando eu for lembrando outras coisas irritantes, adicionarei aqui. Então, este é um post em constante atualização.

E, como prometi lá no começo, segue meu currículo:

Experiência profissional • Editor e diagramador na Giz Editorial, sendo responsável pela produção de livros de ficção, desde 2013. Atualmente, prestando serviço sem vínculo empregatício. • Diretor de arte, atendendo principalmente clientes da indústria farmacêutica, na Jimenez Associados. De 2000 a 2011. • Criação e execução de peças publicitárias como malas-diretas, folhetos, anúncios, logotipos, story-boards, catálogos, jornais de empresa etc. na MBC Marketing e Propaganda. De 1993 a 2000. • Arte-finalista e diagramador de livros didáticos na Atual Editora. Regime freelance durante 4 meses entre 1992 e 1993. • Criação, layout e arte-finalização de capas de livros. Ilustrações e diagramação variados. Editora Maltese. De 1989 a 1992.

Outros projetos realizados • Autoria de dois livros de colorir: “Amor em todas as cores” e “De pai para filho” (o primeiro teve venda de 35 mil exemplares nos 6 primeiros meses). • Escritor, autor de 3 livros (dois publicados pela Giz e um pela Verus, selo do Grupo Editorial Record) • Criação de capas e produção de ilustrações para diversos livros da Giz Editorial. • Cartuns, charges e palavras cruzadas no jornal Voz do Bairro. • Criação e produção visual e gráfica de peças promocionais para o grupo e escola de teatro Catarse. Cartazes, ingressos, convites, banners e programas. • Exposição de caricaturas e charges no restaurante Bella Blú, no mezanino do The Flat Plazza Service. • Ilustrações, concepção visual e co-autoria de texto do livro infantil Tyngo conta a história de Mary Ward.

Formação acadêmica • Formado pela Faculdade de Comunicação Social (Jornalismo) na Universidade São Judas Tadeu. • Técnico em Artes Gráficas, com especialização em Programação Visual Gráfica, pela Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Aptidões profissionais • Operação plena dos principais programas gráficos (Indesign, Photoshop, Ilustrator e CorelDraw) • Experiência e capacitação em ilustrações. Bom traço à mão livre. • Apto a acompanhar todo o processo de produção visual e gráfica. Experiência profissional • Editor e diagramador na Giz Editorial, sendo responsável pela produção de livros de ficção, desde 2013. Atualmente, prestando serviço sem vínculo empregatício. • Diretor de arte, atendendo principalmente clientes da indústria farmacêutica, na Jimenez Associados. De 2000 a 2011. • Criação e execução de peças publicitárias como malas-diretas, folhetos, anúncios, logotipos, story-boards, catálogos, jornais de empresa etc. na MBC Marketing e Propaganda. De 1993 a 2000. • Arte-finalista e diagramador de livros didáticos na Atual Editora. Regime freelance durante 4 meses entre 1992 e 1993. • Criação, layout e arte-finalização de capas de livros. Ilustrações e diagramação variados. Editora Maltese. De 1989 a 1992. Outros projetos realizados • Autoria de dois livros de colorir: “Amor em todas as cores” e “De pai para filho” (o primeiro teve venda de 35 mil exemplares nos 6 primeiros meses). • Escritor, autor de 3 livros (dois publicados pela Giz e um pela Verus, selo do Grupo Editorial Record) • Criação de capas e produção de ilustrações para diversos livros da Giz Editorial. • Cartuns, charges e palavras cruzadas no jornal Voz do Bairro. • Criação e produção visual e gráfica de peças promocionais para o grupo e escola de teatro Catarse. Cartazes, ingressos, convites, banners e programas. • Exposição de caricaturas e charges no restaurante Bella Blú, no mezanino do The Flat Plazza Service. • Ilustrações, concepção visual e co-autoria de texto do livro infantil Tyngo conta a história de Mary Ward. Formação acadêmica • Formado pela Faculdade de Comunicação Social (Jornalismo) na Universidade São Judas Tadeu. • Técnico em Artes Gráficas, com especialização em Programação Visual Gráfica, pela Escola Senai Theobaldo De Nigris. Aptidões profissionais • Operação plena dos principais programas gráficos (Indesign, Photoshop, Ilustrator e CorelDraw) • Experiência e capacitação em ilustrações. Bom traço à mão livre. • Apto a acompanhar todo o processo de produção visual e gráfica.

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